Brasil garantiu dobradinha com Wilton Júnior e Aboissa no Sul-Americano de Rotax na Colômbia

No último final de semana a cidade de Cajicá, localizada na região metropolitana de Bogotá, na Colômbia, foi palco do International Rotax Max Challenge South American, que é a principal competição do kartismo sul-americano da atualidade. O Brasil conquistou um título na categoria Rotax Max Masters, com o paulista Wilton Santos Junior, e esteve perto de conquistar outros bons resultados em mais uma bela participação.

Mais de 140 pilotos, de quase todos os países da América do Sul, disputaram a competição em solo colombiano. O Brasil estava representado por 13 competidores, distribuídos entre as sete categorias. Na pista, os brasileiros mostraram que eram favoritos desde os treinos. Na Rotax Max Masters, Wilton Santos Junior e Michel Aboissa davam indícios de que o título ficaria entre um dos dois. Ambos protagonizaram uma perseguição desde as corridas classificatórias, até a final, quando Junior sagrou-se campeão. O título marcou o bicampeonato do piloto, que já havia vencido em 2014, em Buenos Aires, na Argentina, pela mesma categoria. Agora, o Brasil tem seu primeiro piloto confirmado para disputar o RMC Grand Finals. O peruano Rafael Fernandez completou o pódio. Entre os outros brasileiros, Roberto Azana foi o oitavo e Luiz Antônio o 12o.

Outra categoria que o Brasil esteve com chances de se sagrar campeão foi na Rotax DD2 Masters. Michel Aboissa e Fernando Guzzi mostravam que iriam superar os experientes Juan Pablo Rico, da Colômbia, e Gabriel Zughella, da Argentina. Porém, Guzzi teve problemas durante a corrida final e perdeu as chances de se tornar campeão. Aboissa, no entanto, fez a volta mais rápida da prova, mas terminou na quinta colocação. O título ficou com Rico, com Zughella em segundo e Santiago Guerreiro, também da Colômbia, em terceiro. O brasileiro Diego Lozov foi o oitavo colocado.

A Colômbia voltou a vencer na Rotax DD2, com o piloto José Alzate. Juan Villacis, do Equador, foi o segundo, e José Brito, também do Equador, o terceiro. Único representante brasileiro na categoria, João Rosate, foi o 17º, após se enroscar com outros pilotos, quando lutava pela terceira posição. Foi a estreia de Rosate na categoria DD2. O piloto, campeão Sul-Americano em 2015 pela Sênior Max, mostrou o motivo de ser um dos principais nomes do Brasil. Já na Rotax Sênior Max, o chileno Benjamin Ramos comemorou o título, com o argentino Santiago Fabani, em segundo, e o colombiano Daniel Quintero, em terceiro. O brasileiro Victor Schoma estava em terceiro, faltando duas voltas para o fim, quando abandonou a corrida, motivado por um toque.

Na Rotax Junior Max, Guilherme Peixoto conseguiu se manter entre os dez primeiros colocados e terminou a competição em oitavo. O título da categoria ficou com o equatoriano Matias Barzallo. Henri Cubides e David Cardenas, ambos da Colômbia, completaram o pódio.

Na Mini Max, o pódio foi totalmente colombiano. Diego Contecha faturou o título, com Juan Ardila em segundo e Kritoper Rojas em terceiro. Entre os brasileiros Lucca Zucchini foi o 13o e Rafael Dias o 15o. Já na Micro Max, a vitória ficou com o argentino Felipe Bernasconi, seguido de Thomas Escamilla (Colômbia) e Daniel Quintero (Colômbia). O brasileiro Felipe Falk foi o 17o. Em ambas as categorias, os brasileiros superaram as dificuldades e em todos os momentos lutaram contra os adversários, ganhando muita experiência.

Entre os 141 pilotos, 71 eram estrangeiros, mostrando o motivo da competição ser a principal do calendário do kartismo sul-americano. A Colômbia ficou com três títulos. Brasil, Chile, Equador e Argentina garantiram um título para cada. Todos os campeões do Campeonato Sul-Americano Rotax garantiram suas vagas para disputar as Olimpíadas do Kart, em novembro, em Portugal.

Fonte: WNGMKT.


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